Conheça a regulação e crescimento econômico no Brasil após a liberalização

Ele teve dias melhores. Em 2010, o crescimento do PIB brasileiro (riqueza nacional) tinha inveja: + 7,5%, impulsionado pelo forte aumento das commodities agrícolas e de energia (cana-de-açúcar), o Brasil representa 60% das exportações de açúcar em mundo, soja, bioetanol – o maior produtor mundial – petróleo com perfuração em águas profundas.

Tudo isso foi feito nos últimos anos por dois motivos.

A desaceleração da economia chinesa, agora menos exigente dessas matérias-primas e que teve o duplo efeito de enfraquecer o real, a moeda brasileira.

Os escândalos e da crise que abalou o governo do atual presidente Roussef, ameaçado de impeachment na gigante do petróleo caso a Petrobras a corrupção; os ajustes nas Olimpíadas de Verão de 2016. A recessão que o Brasil está vivenciando hoje é impulsionada por fatores mais políticos do que econômicos.

Confiança quebrada

Desconfiança agora superando a confiança, nada melhor para reduzir o consumo e o investimento. O ministro da Fazenda do Brasil anunciou medidas drásticas, como limitação de gastos públicos, reforma previdenciária e reforma orçamentária.

crescimento econômico

Dívida brasileira já representa 75% do PIB, talvez 85% em 2017. Todas estas poções de volta memórias não tão antigos na Europa com a Grécia, Itália e Espanha.

Como as empresas francesas sediadas no Brasil reagem?

O Casino, que domina o mercado de varejo local com o Carrefour, reduzirá sua exposição. Accor-Hotéis viu sua queda de receita em 6% no ano passado, mas o grupo espera muito dos Jogos Olímpicos de Verão para reiniciar a máquina.

O declínio nas vendas de cosméticos impacta os negócios da L’Oréal. Produção de 30 a 40% para a PSA Peugeot Citroën, fechamento da fábrica da Vallourec.

Situação difícil a longo prazo

Basta dizer que pode ser difícil para o Brasil sair rapidamente de problemas. É particularmente preocupante que se o Brasil é a economia mundial sétimo, esta é a primeira economia latino-americana, deveria levar o continente sul-americano.

Problemas econômicos

O Brasil se tornou a bola do clube dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul). Com este estudo de caso, podemos estar virando uma página da globalização.

O futuro do comércio mundial não é necessariamente na globalização como nós colocamos até agora, mas na regionalização do comércio – o princípio de curto-circuitos em escala maior. Uma nova globalização para a qual parece que estamos empurrando repetidas crises.

Desempenho macroeconômico bem abaixo da média histórica nacional

5O importações período de substituição de industrialização é particularmente caracterizado por uma elevada taxa de crescimento da economia Brasileira: PIB por cabeça a aumentar a uma taxa anual média superior a 4% em um contexto de expansão da população forte.

Com o avanço da industrialização e urbanização, a relação salarial torna-se as principais relações sociais de produção e no Brasil começa a seguir enquanto estiver fora as características do imposto de renda de uma economia predominantemente agrícola, o caminho dos países caminho de desenvolvimento.

Duas décadas e meia de fraco crescimento econômico

Esse período de forte dinamismo é interrompido com a crise do regime de acumulação brasileiro conhecido como “Milagre Econômico”. Essa crise se desenvolveu no contexto de uma situação macroeconômica incomum, tanto na década de 1980 quanto no período que se seguiu à liberalização comercial e financeira.

No primeiro caso (durante a década de 1980), a economia está praticamente estagnada em um contexto de alta inflação, mas rápida acumulação bancária e financeira; no segundo caso, o crescimento econômico (a partir dos anos 90) é fraco e instável, o processo de concentração de renda funcional está crescendo e os rendimentos financeiros subir novamente drastique1 caminho.

No entanto, o período que se segue às políticas de liberalização também se caracteriza por um aprofundamento do processo de desestruturação da relação salarial.

A análise dos fatos estilizados sobre a evolução da economia brasileira serve para destacar as quebras de tendência das curvas de intensidade de capital e de PIB per capita em 1981. Estes desenvolvimentos indicam de forma inequívoca a entrada da economia brasileira em um longo período de dificuldades macroeconômicas e estruturais.