Conheça a grande operação de risco na Economia do Brasil

Após dois anos de profunda recessão, a economia melhorou em 2017 com um crescimento de 1,0%. A agricultura cresceu 13% ao longo do ano, apoiada por condições climáticas favoráveis ​​que contribuíram para registrar as colheitas. O crescimento retornou positivamente nos serviços (+ 0,3% em 2017) e na indústria.

Do ponto de vista da demanda, a recuperação deve-se principalmente ao consumo privado. fundamentos macroeconômicos esta melhoria mais favoráveis, como o declínio na taxa de desemprego, inflação baixa e uma forte flexibilização monetária desde outubro de 2016.

Em contrapartida, o investimento diminuiu devido a tensões políticas: o a formação bruta de capital fixo perdeu 1,8% em 2017, embora seja visível uma melhoria nos últimos trimestres. A atividade deverá se recuperar em 2018, impulsionada por uma recuperação mais forte no consumo das famílias e nas exportações.

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Inflação baixa, um mercado do emprego e da transmissão dos efeitos da política monetária acomodatícia do banco central a taxa de juro final dos empréstimos bancários às famílias e empresas mais robusto contribuir para esta tendência.

Além disso, o comércio exterior deve continuar a se beneficiar da atividade sustentada em todo o mundo. Apesar das perspectivas geralmente mais positivas, os investimentos ainda devem sofrer com as próximas eleições presidenciais (outubro de 2018).

A dimensão do excedente comercial contrasta com a hemorragia do saldo orçamental

A conta corrente do Brasil melhorou significativamente nos últimos anos. Essa mudança é principalmente o resultado de um superávit comercial recorde. O enfraquecimento da demanda interna em relação à aceleração relativa do crescimento global desempenhou um papel decisivo.

Enquanto a recuperação econômica está ganhando impulso, o déficit em conta corrente deverá aumentar ligeiramente em 2018. No entanto, o IED recebido pelo país ainda cobrem grande parte do déficit em conta corrente (cerca de 8 vezes).

O orçamento continua sendo o calcanhar de Aquiles da economia brasileira. A dívida pública bruta tem crescido enormemente nos últimos anos, levando as agências de rating a reduzir o rating do país várias vezes seguidas.

Desde que assumiu o cargo em maio de 2016, o Ministério da Economia de Michel Temer vem adotando uma política de austeridade orçamentária. Melhorias foram anotadas, tais como a ratificação pelo Congresso de um teto que limita o crescimento da despesa anual do país a taxa de inflação para o ano anterior.

Um projeto de lei para reformar a Segurança Social, uma das principais medidas para conter o derrame fiscal, também foi submetido à Câmara dos Deputados em dezembro de 2016.

No entanto, a validação desta proposta – o que exige 60% maioria duas torres na Câmara dos deputados e do Senado – foi adiada devido a escândalos políticos, ameaçando o governo do presidente Temer, que não sem conseqüência, fez questão de substituir duas queixas apresentadas pelo Procurador Geral.

Agora enfraquecido, o governo, que goza de menos apoio do Congresso é improvável para passar uma versão diluída de reforma devido à proximidade das eleições gerais em outubro 2018.

As eleições presidenciais de outubro de 2018 serão seguidas de perto.

O ex-vice-presidente Michel Temer (PMDB, centro-direita) se tornou presidente em agosto 2016 após a demissão de Dilma Rousseff (Partido Trabalhista, à esquerda) pelo Congresso.

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O caso começou depois que seu governo foi acusado de ocultar o tamanho do déficit público (violando a lei de responsabilidade fiscal). Sua demissão foi imposta como a operação “Lavagem de carro” interferiu no coração de seu partido.

Liderados pela Polícia Federal do Brasil desde março de 2014, esta pesquisa descobriu casos de corrupção em grande escala envolvendo vários partidos políticos do país. Presidente Temer esteve diretamente envolvido maio 2017 após revelações do CEO de um grande grupo brasileiro, líder em processamento de carne, durante suas pechinchas fundamento.

As eleições presidenciais e legislativas de outubro 2018, portanto, ocorrer em um clima político aquecida de exasperação com a corrupção. Apenas 5% da população apóia a ação do atual governo. O ex-presidente trabalhista Luiz Inácio Lula da Silva quer concorrer às eleições, mas provavelmente será barrado pela justiça.

Sob o ato eleições locais, é proibido de ocupar cargos eletivos por oito anos após ser condenado por suborno e lavagem de dinheiro. Embora ele começou a cumprir sua sentença de prisão de 07 de abril de 2018 a lei eleitoral permite que ele inicie sua campanha mesmo que seja finalmente declarado inelegível.

No entanto, dependendo do resultado de seus recursos, ele não pode ficar preso por muito tempo. A ausência de Lula poderia dar uma chance aos perdizes. A extrema-direita populista Jair Bolsonaro aparece bem antes das eleições no início de 2018, seguido por Marina Silva (Partido Verde Rede), Joaquim Barbosa (Partido Socialista Brasileiro, BSP) e Geraldo Alckmin (Partido da Social Democracia Brasileira, PSDB).